
Economia americana
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Celebrado em 22 de abril, o Dia da Terra é um marco global que clama por mudanças urgentes em resposta aos desafios ambientais. Nas Américas, essa data adquire um significado especial, visto a diversidade de biomas e os problemas ecológicos que afetam a região, do Alasca à Patagônia. Este dia serve como um momento de reflexão sobre como os povos americanos têm agido para proteger o planeta, ou deixado de fazê-lo. A palavra-chave “Dia da Terra” permeia essa discussão, ressaltando a importância de ações coletivas em prol do meio ambiente.
O Dia da Terra foi celebrado pela primeira vez em 1970 nos Estados Unidos, idealizado pelo senador Gaylord Nelson como uma resposta aos crescentes desastres ambientais e à falta de políticas públicas sustentáveis. O evento inicial mobilizou cerca de 20 milhões de norte-americanos em protestos, palestras e ações públicas. Com o tempo, o movimento ganhou força global e, em 1990, a ONU reconheceu oficialmente a data como evento internacional. Atualmente, o Dia da Terra mobiliza mais de 1 bilhão de pessoas em mais de 190 países.
O continente americano é lar de biomas ricos, como a Amazônia, o Pantanal, as Montanhas Rochosas e as florestas temperadas do Canadá. No entanto, enfrenta problemas ambientais alarmantes, como desmatamento acelerado, contaminação de rios e oceanos, desertificação de áreas agrícolas, poluição urbana em grandes metrópoles e exploração intensiva de recursos minerais e combustíveis fósseis. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), um em cada três habitantes da América Latina vive em áreas de risco ambiental.
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Os Estados Unidos e o Canadá são líderes em tecnologia verde, mas enfrentam contradições significativas. Os EUA são o segundo maior emissor de CO₂ do mundo, atrás apenas da China. No Canadá, apesar das políticas ambientais avançadas, há uma alta dependência da exploração de petróleo nas areias betuminosas de Alberta. Durante o primeiro governo de Donald Trump (2017–2021), os EUA se retiraram do Acordo de Paris. No atual mandato, a tensão entre crescimento econômico e sustentabilidade persiste, refletindo um dilema contínuo entre proteger o planeta e manter o padrão de consumo.
Os países latino-americanos, ricos em biodiversidade, são também vulneráveis a eventos climáticos extremos. Secas no México, enchentes no Brasil, furacões no Caribe e incêndios florestais no Chile e na Argentina afetam diretamente comunidades inteiras. Em resposta, surgem iniciativas inovadoras: a Costa Rica é um modelo de energia limpa, com mais de 98% de sua matriz energética renovável; o Uruguai é referência em políticas de reflorestamento; Equador e Bolívia incluem o direito da natureza em suas constituições; e o Brasil retoma ações de proteção amazônica sob pressão internacional.
No Dia da Terra, é essencial reconhecer a contribuição dos povos indígenas como guardiões ancestrais da natureza. Suas práticas de manejo sustentável e suas cosmovisões são barreiras naturais contra o colapso climático. Movimentos sociais como Fridays for Future América Latina, Extinction Rebellion Brasil e Argentina, e Guardians of the Forest são fundamentais na reivindicação por mudanças sistêmicas baseadas em ações de base.
Terra – Perspectiva 1
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Apesar dos avanços, os governos das Américas ainda enfrentam desafios significativos, como a falta de educação ambiental nos currículos escolares, baixo investimento em transporte público sustentável, incentivos fiscais para setores poluentes e fragilidade na fiscalização de crimes ambientais. É crucial que os países do continente revisem seus modelos de desenvolvimento, estratégias agrícolas e relações comerciais, especialmente aqueles que incentivam agroexportações em larga escala às custas de florestas e mananciais.
O Dia da Terra nas Américas deve ser mais que uma data simbólica; deve ser um momento de autoavaliação tanto dos indivíduos quanto das nações. Perguntas cruciais incluem: O que eu consumo? De onde vem minha energia? Meu país protege ou destrói o ambiente? As leis são suficientes? Há justiça ambiental para todos? O Dia da Terra é um convite à ação responsável, ao compromisso intergeracional e à esperança crítica. As Américas, como continente diverso e resiliente, podem e devem liderar uma nova etapa da luta ambiental.
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