Um relatório de risco-país mede a probabilidade de que condições fora do controle da sua empresa — institucionais, cambiais, regulatórias — inviabilizem uma operação naquele mercado. Os grandes provedores entregam isso como nota em escala. Nós entregamos a nota e o raciocínio que leva a ela, porque é o raciocínio que permite discordar com fundamento.
O que um relatório de risco-país precisa responder?
Cinco perguntas, nesta ordem:
- O país honra contrato e decisão judicial de forma previsível?
- Há risco de restrição cambial ou de remessa de lucro?
- A regra tributária e setorial muda com que frequência, e por decreto ou por lei?
- Qual a exposição a sanção internacional e a controle de exportação?
- O calendário político dos próximos 24 meses ameaça algum desses pontos?
Nota sem essas respostas é número solto. O que sustenta decisão é o porquê.
Os fatores determinantes
Separamos em três blocos: institucional, macroeconômico e setorial.
O institucional pesa mais no longo prazo — é o que decide se o contrato vale em cinco anos. O macroeconômico decide o custo do capital hoje. O setorial é onde a maioria das surpresas acontece, porque a regra que muda raramente muda para todo mundo ao mesmo tempo.
Como isso difere de um mapa de risco-país
Mapas de risco-país, como os de seguradoras de crédito, são úteis e gratuitos. Servem para triagem: descartar rapidamente o que está fora da faixa aceitável.
Não servem para a decisão seguinte. A nota agregada esconde o que interessa: o seu setor pode estar em posição muito melhor ou muito pior que a média do país. É essa distância entre a nota do país e a sua exposição real que o relatório mede.
Prazo e formato
Prazo de produção por país: até 3 dias úteis. Formato: PDF, com média de 7 páginas. Idiomas: português ou inglês. Para carteira com vários países, o escopo é dimensionado em conjunto.
Regiões atendidas
Atendemos empresas de qualquer país, em regime remoto. A cobertura é concentrada nas Américas — América do Norte, América do Sul, América Central e Caribe — com leitura dos blocos que governam o comércio da região, USMCA e Mercosul, e da exposição desses mercados a China e União Europeia.
Quando pedir um relatório de risco-país
Antes de aprovar crédito a contraparte estrangeira. Antes de comprometer capital em operação local. Quando o comitê de risco precisa de base comum para discutir exposição.
Para dimensionar o escopo, entre em contato por contato@bomdiaamericablog.com ou +55 14 99838-2923 e solicite uma proposta.
Perguntas frequentes
Vocês atribuem nota em escala, como as agências?
Entregamos classificação própria, sempre acompanhada do raciocínio e das fontes. Nota sem memória de cálculo não é auditável.
Cobrem quantos países?
O foco é as Américas. Fora da região, a viabilidade é avaliada antes da proposta — e dita com honestidade se a cobertura for rasa.
Com que frequência o relatório precisa ser atualizado?
Depende da exposição. Operação estável em país estável, anualmente. Contraparte em país sob tensão, trimestralmente.
Serve para comitê de crédito?
Sim. O formato prevê sumário executivo e anexo de fontes. Solicite um exemplo de estrutura antes de contratar.